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Abuso e morte de jovem de 16 anos provocou revolta em Argentinos

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Ela está encarregada do caso de Lucía Pérez, adolescente de 16 anos que foi drogada, estuprada e morta por empalamento no balneário de Mar del Plata (Argentina) no último sábado. Suspeita-se que ela tenha sido vítima de uma gangue de traficantes.

O crime hediondo chocou a Argentina, especialmente por ter ocorrido uma semana após uma grande manifestação de mulheres contra a violência na cidade de Rosário.

A história de Lucía só fez aumentar a sensação de insegurança e a percepção de crescimento do poder do narcotráfico entre os argentinos. Isso apesar de a Argentina ser um país com um dos menores índices de homicídios da América Latina – 8,8 por 100 mil habitantes em 2013 (o Brasil, por exemplo, registrou índice de 25,8 por 100 mil em 2014).

“Overdose”

A promotora Sánchez informou que o corpo de Lucía foi deixado em um hospital de Mar de Plata. A menina estava de banho tomado e vestida, inclusive com a roupa íntima. Segundo informações da mídia local, os agressores teriam avisado que a jovem sofrera uma overdose.

A promotora suspeita que Lucía mantivesse algum tipo de relacionamento com um dos supostos agressores. Dois suspeitos – Matías Farías, de 23 anos, e Juan Pablo Offidani, de 41 anos – foram presos no domingo na casa em que o crime teria ocorrido.

“A menina foi à casa voluntariamente e lá foi atacada”, disse Sánchez.

A Justiça argentina pediu ainda a prisão preventiva de um terceiro suspeito. De acordo com a polícia, o mesmo carro usado para deixar a menina no hospital foi visto próximo à escola.

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