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Advogados de Palocci exigem saída de Sérgio Moro do processo

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Os advogados do ex-ministro da Fazenda e da Casa Civil Antonio Palocci e o seu assessor Branislav Kontic, o Brani, ambos presos em Curitiba pela Operação Lava Jato, pediram a Sérgio Moro que deixe a condução do processo, ou seja, a sua suspeição, porque o juiz costuma orientar que as investigações “tenham agilidade”.

Guilherme Octávio e José Roberto Batocchio argumentam que Moro é parcial porque costuma  dar a seguinte recomendação à Polícia Federal, em relação à agilidade com que devem atuar: “Alerto que não haverá nova prorrogação e é desejável que não seja utilizado todo o prazo”.

Eles dizem que, como o inquérito é presidido pela PF, não deveria “alertá-la” e questionam: “Desejável por quem e por quê? Qual o interesse subjacente? e “como se explicar que o órgão jurisdicional ‘desejar’ que as investigações sejam logo concluídas?”.

Após citar oito juristas e a jurisprudência que validariam sua tese, a defesa pede que todos os autos sejam “encaminhados ao juiz natural, imparcial, para que então seja dado prosseguimento ao feito”.

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