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General está cotado para assumir Funai e os índios comunistas estão desesperados

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Um grupo de onze lideranças representantes do Movimento Indígena Nacional cobrou em audiência ao ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, uma definição sobre a nomeação do novo presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai).

O motivo da audiência foi uma articulação do general do Exército Franklimberg Ribeiro de Freitas, indicado ao cargo de presidente da Funai pelo PSC (Partido Social Cristão), que desembarcou essa semana em Brasília para fazer um lobby, disputando o apoio das lideranças nacionais – algumas já declaradas apoiadoras do indígena Sebastião Manchineri (DEM) -, como se a nomeação para o órgão indigenista fosse uma campanha eleitoral, o que causou surpresa e revolta nas associações indígenas nacionais.

A Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB) divulgou uma nota onde critica as articulações políticas e a possível “militarização” da Funai. Mais uma organização divulgou uma nota com uma análise da conjuntura brasileira e as ameaças à política indigenista.

Além do general Franklimberg e Manchineri, estão sendo analisados à Presidência da Funai os nomes do  advogado Noel Villas Bôas é indicado pelo PSDB de São Paulo. Ele é filho do sertanista Orlando Villas Bôas (1914-2002), um dos fundadores do Parque Nacional do Xingu.

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