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Interpol prende operador de propina da Odebrecht que estava foragido

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Dos R$ 20 milhões que o juiz federal Sérgio Moro mandou bloquear das contas do advogado Rodrigo Tacla Duran, foram encontrados e bloqueados R$ 715 mil em três bancos diferentes.

Alvo da 36ª fase da Operação Lava Jato, Duran trabalhou no Setor de Operações Estruturadas da Odebrecht, chamado pelo Ministério Público Federal (MPF) de “Setor de Propinas”. Ele teria operado pelo menos 12 contas no exterior.

Em documento publicado no sistema eletrônico da Justiça Federal, o Banco Central informou na segunda-feira os valores distribuídos nas contas de Duran, que está foragido. O documento informa que a determinação do juiz foi cumprida parcialmente por insuficiência de saldo.

Com dupla cidadania (brasileira e espanhola), Duran integra a Lista Vermelha de procurados da Polícia Internacional (Interpol). Ele foi preso nesta sexta-feira desembarcando em Madri, na Espanha.

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