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Lula, prestes a ser preso, incita o MST contra o Brasil e o Governo Temer

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Não há limites para a cara de pau do ex-presidente Lula. Réu por corrupção, ocultação de patrimônio e lavagem de dinheiro ele finge que seus problemas, e os da organização criminosa que chefia, o PT, decorrem da “falta de democracia” e do suposto “golpe”.

Lula aproveitou a presença de lideranças dos mais diversos setores da esquerda no ato em solidariedade ao Movimento dos Sem Terra, ontem, em Guararema (SP), para propor um amplo movimento nacional para “restaurar a democracia”.

“Estamos na hora de costurar uma coisa maior, mais sólida. Não é um partido, não é uma frente, é um movimento para restaurar a democracia. A gente precisa construir alguma coisa para unificar”, disse Lula.

A polícia entrou na Escola Florestan Fernandes para prender bandidos do MST acusados de organização criminosa investigada por furto e dano qualificado, roubo, invasão de propriedade, incêndio criminoso, cárcere privado, entre outros crimes.

O ato reuniu centenas de pessoas na Escola Nacional Florestan Fernandes, voltada para a formação de militantes, que foi alvo de operação da Polícia Civil, na véspera. Estavam presentes representantes do PT, PCdoB, PSOL e PSTU, além de movimentos sociais e sindicais.

Quase todos os oradores vincularam a ação policial na escola do MST e outros atos de violência policial ocorridos nos últimos meses pelo Brasil ao impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff e à agenda do governo Michel Temer.

Lula sugeriu que pode haver influências externas na guinada da política nacional. “Tem muita coisa que está acontecendo que não é da cabeça do Temer nem do Eduardo Cunha (deputado cassado). Tem muito mais cabeças se metendo, como se meteram na Argentina, Uruguai e Bolívia”, afirmou o petista que, na sequência, citou tentativas do governo dos EUA de interferir em suas ações de governo.

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