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O governo é complacente com ocupações de escolas dando fôlego ao lulopetismo

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Representantes dos estudantes secundaristas que ocupam escolas no Distrito Federal disseram ontem que o movimento não recuará diante das decisões judiciais que autorizaram o uso de força policial para desocupar as instituições. Segundo eles, a decisão sobre deixar ou não as escolas caberá a cada grupo de ocupantes. Eles prometem continuar mobilizados.

Uma decisão do juiz de plantão do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), Newton Mendes Aragão Filho, determinou, no último dia 28, o esvaziamento de todos os colégios ocupados em função da proximidade do Exame Nacional de Ensino Médio (Enem). Na noite de domingo, 30, outra decisão, do juiz da Vara da Infância e Juventude, Alex Costa de Oliveira, para desocupação do Centro de Ensino Médio Ave Branca (Cemab), em Tatuatinga, causou polêmica.

Ao deferir o pedido de desocupação, o juiz autorizou o corte do fornecimento de água, energia e gás na escola, o uso de instrumentos sonoros contínuos para impedir o sono dos alunos e a restrição do acesso de parentes e conhecidos dos estudantes à escola, além de proibir a entrada de alimentos. O juiz recebeu críticas, mas também elogios de críticos das ocupações.

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